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sábado, 27 de setembro de 2014

O Labrador Retriever

Treino de EXPOSIÇÃO Paulo Rebelo Treino Canino
O Labrador Retriever tornou-se ao longo da história uma das mais populares raças de cachorros em todo o mundo, seja por sua beleza, por seu caráter dócil e amistoso, pelo temperamento equilibrado e alegre, ou ainda por suas notáveis capacidades intelectuais.
História da raça Labrador Retriever

O Labrador Retriever é uma raça de criação britânica, no entanto, o mais provável é que seu ancestral direto, tenha tido origem na ilha de Terra Nova, no Canadá, onde era utilizado pelos pescadores para recuperar peixes. Este cão, criado na região da ilha colonizada principalmente por ingleses e irlandeses, estava sempre presente nos trabalhos relacionados a atividade pesqueira, e colaborava com seus donos carregando cordas entre os barcos ou recuperando redes de pesca do mar. Muitos desses cães foram levados de volta a Inglaterra no início do século 19 e alguns criadores demonstraram grande interesse pela raça.
Até então conhecido por diferentes nomes, como Cão D'água de São João, Cão de São João ou ainda Pequeno Terra Nova, a raça recebeu na Inglaterra um novo nome para diferenciá-lo do grande cachorro que hoje conhecemos como Terra Nova. Passou então a ser chamado de Labrador Retriever, em alusão a ilha canadense de Labrador.

O Labrador Retriever moderno é considerado portanto, uma raça relativamente recente. O primeiro clube da raça foi formado em 1916 e o Clube do Labrador Amarelo foi fundado em 1925.



Temperamento da raça Labrador Retriever

A raça Labrador Retriever possui um excelente temperamento, é um amável companheiro, fiel e está sempre procurando agradar ao seu dono. Considerado um cão extremamente inteligente, é capaz de se adaptar em qualquer lugar, é obediente, vivo, de natureza essencialmente amigável, sem nenhum traço de agressividade ou timidez.
O Labrador Retriever é apegado ao dono e a família, e está sempre procurando uma maneira de agradar. Apaixonado por água, é considerado um cachorro brincalhão, excelente companheiro para toda a família, demonstrando alto nível de tolerância com as crianças e também com outros animais. Ativo, extrovertido, e cheio de energia, é um cachorro que adora brincar e é perfeitamente capaz de acompanhar o ritmo acelerado das crianças.
É, sem dúvida, uma raça de inúmeras qualidades. Muito sensível, inteligente, capaz e bem humorado, o Labrador Retriever emprega todas essas qualidades em diversas outras funções, além de ter se tornado um dos preferidos cães de companhia para famílias. É um cão rápido, atlético, de apuradíssimo faro, e essas características o tornaram um excepcional farejador, um inigualável cão guia e um espetacular cão de busca e salvamento, entre outras tantas funções que também desempenha com desenvoltura.



Descrição e aparência da raça Labrador 
Retriever

FOTO de Paulo Rebelo - Treino Canino
O Labrador Retriever é uma belíssima raça de porte médio a grande. O aspecto geral da raça Labrador Retriever é o de um cão de constituição robusta, curto e sólido, muito ativo, de lombo e traseira largos e robustos, de pelo curto, aderente e sem franjas, com presença de um espesso sub pelo.
A cabeça do Labrador Retriever é larga, apresentando um focinho forte, não pontudo, com stop definido e trufa larga, com narinas bem desenvolvidas. Os olhos do Labrador Retriever são de tamanho médio, expressam inteligência e bom temperamento, de cor castanha ou avelã. A cauda, grossa na base, é outra característica própria da raça. De comprimento médio, a cauda está praticamente desprovida de franjas, mas é inteiramente coberta com a pelagem curta e espessa, típica dos cachorros da raça Labrador Retriever.

A pelagem é considerada mais um ponto importante para a raça Labrador Retriever. É uma pelagem curta, espessa, sem ondulação, muito dura ao tato, e apresenta um sub pelo resistente à água. A pelagem pode ser inteirmente preta, fígado (chocolate) ou amarela. Esta última, pode variar entre o vermelho e o creme. A cor é uniforme e não apresenta pintas ou manchas. De acordo com o standard oficial da raça, uma pequena mancha branca no peito é permitida.


De porte médio, o tamanho dos exemplares machos da raça Labrador Retriever pode variar entre 56 e 57 cm, medidos sempre a altura da cernelha. Para as fêmeas, a altura deve ficar entre os 54 e 56 cm.


Paulo Rebelo

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Parelesia do Carrapato

A doença do carrapato, sendo a babesiose ou a erlichiose, já é de conhecimento comum dos donos de pets caninos, contudo, o que boa parte não sabe é que os carrapatos são responsáveis pela transmissão de outras doenças além dessas, e a paralisia do carrapato é um exemplo disso.
Causada por uma potente toxina presente na saliva das fêmeas de algumas espécies de carrapato, a paralisia do carrapato afeta o sistema nervoso do pet de forma direta, podendo causar diversos sintomas que, assim que detectados pelo proprietário do pet, devem passar por uma análise do médico veterinário de sua confiança.
 

Os sinais que irão indicar que o seu cachorro está com a paralisia do carrapato são de natureza gradual, ou seja, se agravarão conforme o estágio da doença. Dentre os muitos sintomas, podemos destacar:

  • Vômitos, dificuldade para comer, salivação excessiva, pupilas dilatadas;
  • Perda parcial dos movimentos, podendo passar para perda completa;
  • Perda parcial dos reflexos, podendo passar para perda completa;
  • Mudanças na voz do animal, asfixia, pressão alta, ritmo cardíaco acelerado, fraqueza dos membros posteriores, entre outros.  



Como cuidar do meu cachorro que está com paralisia do carrapato?

O tratamento para a paralisia do carrapato consiste, em um primeiro momento, em retirar todos os carrapatos do corpo do cachorro, para que seja impedida a liberação de mais toxinas em seu organismo.
Em casos menos graves da doença, apenas essa desinfestação já soluciona todo o problema e o cachorro, gradualmente, vai deixando de apresentar os sintomas, porém, quando sinais como a paralisia respiratória já tiverem se manifestado, a internação em um hospital veterinário é recomendada, para que o pet receba ventilação artificial e uma série de possíveis medicamentos que combatam os efeitos da toxina presente em seu organismo.


Doutor, como prevenir que meu cachorro adquira a paralisia do carrapato?

Infelizmente, os carrapatos podem entrar em contato com seu cachorro em todos os ambientes a que ele frequentar – até mesmo a sua casa -, sendo bastante difícil impedir efetivamente qualquer infestação.
Algumas medidas, porém, podem ser tomadas. Banhos de carrapaticida, recomendados pelo seu veterinário, e uma inspeção no corpo do pet após um passeio pela rua são duas opções simples e que podem manter seu cão livre de carrapatos por um tempo. Além disso, se, ao inspecionar o seu pet, você perceber que ele está com um carrapato preso à sua pele, lembre-se: carrapatos não podem ser retirados de qualquer jeito. Existem, no mercado, pinças especiais para a retirada de carrapatos, mas, para maior garantia de que o parasita seja retirado da forma correta, recorra a um profissional de sua confiança.


Paulo Rebelo

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Cães Medrosos

1. Deixe o cão vir até si. Se o cão está assustado, devemos permitir-lhe que decida se vai aproximar-se ou não. Não o restrinja ou o force a aceitar o contacto de outrem. Lembre-se da resposta instintiva de “luta ou fuga", se lhe retirar a oportunidade de fuga a escolha do cão só poderá ser uma.

2. Vire-se de lado. Estar frente a frente para o cão é mais intimidatório que ficar parcial ou completamente de lado, até virar apenas a cabeça de lado fará um cão assustado ficar menos ansioso.

3. Não fixe o olhar…por favor! Um olhar fixo e directo é muito conhecido por entre o mundo animal (e no Metro de Nova York!). É perfeitamente normal olhar para o cão, apenas suavize a sua expressão e não olhe fixamente directamente para os olhos do cão.
4. Não ande a pairar. Inclinar-se sobre um cão medroso poderá aumentar a sua ansiedade para um nível que se torne defensivo.

5. Acaricie o cão de forma adequada. Aproximar-se de cães através de carícias na cabeça é uma péssima ideia. Tente visualizar esta interação do ponto de vista do cão, uma palma da mão a aproximar-se de cima pode ser uma coisa assustadora. Costumo fazer demonstrações com crianças para ensinar-lhes a acariciar apropriadamente os cães. A criança desempenha o papel do cão. Digo-lhe que a vou acariciar de duas maneiras diferentes, e ela dir-me-á qual delas é a mais agradável. Primeiro levo lentamente a minha mão em direcção à bochecha da criança e acaricio-a, sorrindo e dizendo “lindo menino”. Depois aproximo bruscamente a minha mão da cabeça da criança e dou umas pancadinhas repetidas e digo em voz alta “lindo menino, lindo menino” Os miúdos invariavelmente gostam mais da primeira opção. Se os cães pudessem responder por eles próprios, nove em cada dez diria que gostavam mais da primeira opção também. Não se trata de dizer que os cães não podem ser acariciados no topo da cabeça, mas essas pancadinhas não são um bom método para a aproximação inicial. É mais sábio fechar a mão e mantê-la virada para baixo por baixo do nariz do cão para que possa cheirar, depois faça umas carícias no peito do cão e vá gradualmente movendo a mão por um dos lados até à cara ou corpo do cão, se notar que o cão está a sentir-se confortável com isso. Não agarre bruscamente a coleira de um cão, qualquer cão.



6. Baixe-se, não agarre por cima. Os cães pequenos em particular são muitas vezes agarrados bruscamente de cima quando se quer levá-los ao colo para outro sítio. Movimentos rápidos, directos ao cão, por cima da cabeça são muito mais assustadores que movimentos lentos e indirectos. Para levantar um cão pequeno do chão, agache-se, acaricie o cão durante uns momentos e depois de forma gentil coloque as mãos por debaixo da barriga e do peito e levante-o.

7. Tenha atenção ao seu sorriso. Enquanto os humanos interpretam o sorriso como algo amigável, o cão pode não gostar muito de ver o sorriso Colgate. Uns dentes espetaculares são, no fim de contas, também muito conhecidos no mundo animal. Uma amiga minha acompanhou-me uma vez numa visita aos lobos do centro de resgate. Ela sentou-se pacientemente no chão, sem se mexer. Finalmente um grande lobo preto aproximou-se para a investigar. Ela não se conseguiu conter e sorriu com todos os dentes da sua boca. O lobo saiu disparado como se ela tivesse tentado dar-lhe uma paulada. A lição? Guarde os sorrisos colgate para os encontros amorosos ou com outros humanos. Sorria a canídeos com a boca fechada!

domingo, 14 de setembro de 2014

Açao Humana já EXTINGUIU 322 especies ... e a CONTAR

Segundo estudo publicado em uma edição especial da revista Science, nossa espécie provocou a extinção de 322 animais ao longo dos últimos 500 anos, sendo dois terços nos últimos dois séculos.
 


 Muitos animais ainda correm o risco de desaparecer, e o ritmo de extinção de anfíbios e invertebrados preocupa os especialistas. O segundo grupo foi reduzido quase a metade, enquanto a população humana dobrou nos últimos 35 anos. 





Ecologistas, zoólogos e outros cientistas acreditam que podemos chegar a um ponto irreversível em escala global se medidas urgentes não forem tomadas para reverter esse processo.

“Se as taxas atuais de crescimento continuarem a subir, a população humana chegará a 27 bilhões em 2100, o que é obviamente uma opção impensável e insustentável”, enfatiza o co-autor do estudo, Rodolfo Dirzo, professor de ciências ambientais da Universidade de Stanford.

Dirzo e seus colegas sugerem uma “redução da pegada humana per capita” por meio do desenvolvimento e implementação de tecnologias neutras em carbono, produção mais eficiente de alimentos e produtos, redução do consumo e do desperdício. Segundo os pesquisadores, também é essencial frear o crescimento da população humana.

 



Haldre Rogers e Josh Tewksbury, autores de outro artigo na mesma edição, acreditam que “os animais são importantes para as pessoas, mas em geral, são menos valorizados que alimentos, emprego, energia, dinheiro e desenvolvimento. Enquanto forem considerados irrelevantes para o atendimento dessas necessidades básicas, os animais selvagens sairão perdendo”, acrescentam.

No entanto, preservar os animais e a saúde dos ecossistemas aquece economias em escala global. Tewksbury, diretor da Instituto Luc Hoffmann do Fundo Mundial para a Natureza, destaca que a pesca na Bacia do Rio Mekong, no Sudeste Asiático, sustenta 60 milhões de pessoas. Rogers, pesquisador do Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva da Universidade de Rice, acrescenta que 73% dos visitantes da Namíbia são turistas ecológicos, e o dinheiro que movimentam responde por 14,2% do crescimento econômico do país.

“A observação de baleias na América Latina, sozinha, fatura mais de 275 milhões de dólares por ano”, exemplifica Tewksbury. “Diversos estudos demonstram que as tartarugas valem mais vivas do que mortas”. Nos Estados Unidos, a observação de tubarões rende 314 milhões de dólares por ano e gera 10 mil empregos diretos.

A saúde humana, a polinização, o controle de pragas, a qualidade da água, a disponibilidade de alimentos e outros fatores críticos também dependem da estabilidade do ecossistema, destacam os pesquisadores.

Um outro artigo publicado na última edição da Science descreve medidas controversas, que vão além dos esforços básicos de conservação: o retorno à vida selvagem, ou seja, a reinserção de espécies subrepresentadas na natureza; a remoção de espécies invasoras e a ressurreição de espécies já extintas, talvez a mais polêmica de todas.
 

 

“As implicações da ressurreição de espécies já são debatidas, e isso inclui o método de seleção dos melhores candidatos ao processo”, explica um dos autores do artigo, Philip Seddon. O zoólogo da Universidade de Otago afirma que os esforços de recuperação e reintrodução de espécies têm mostrado progressos.

“A águia-careca, o condor da Califórnia e o peru selvagem são grandes histórias de sucesso”, comenta Rogers, citando espécies quase extintas nos Estados Unidos cujas populações voltaram a crescer, graças a projetos de reprodução assistida.

Rogers e Tewksbury também estão trabalhando na ilha de Guam, onde a cobra-arbórea-marrom, uma espécie invasiva introduzida há 30 anos, praticamente dizimou os pássaros. Sem seus dispersores de sementes, as florestas foram prejudicadas, e os danos ambientais causaram prejuízos financeiros aos moradores.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Dicas para prevenir a obesidade em cães

Se você não está muito claro sobre como prevenir a obesidade do cão, então, dado abaixo é uma lista de medidas preventivas para a obesidade em cães. Siga os pontos simples dadas abaixo, para ter certeza de que seu cão mantém um peso saudável.

Dieta
 

Dieta do seu cão faz toda a diferença entre o peso saudável e com excesso de peso. Dá-lhe porções fixas de comida, duas vezes, ou, no máximo, três vezes por dia. Confirme que você está dando-lhe comida de cachorro de boa qualidade. O melhor alimento para cães obesos seria aquele que contém mais proteínas e fibras, e hidratos de carbono e gorduras menos. Dê-lhe parcelas fixas e adequada todos os dias, e evitar mimos dele, dando-lhe grandes porções extras.

Trata
 

O trata de dar o seu amado animal de estimação não devem constituir mais de 10% de sua dieta. Evite dar-lhe sobras de comida como eu mencionei em meu artigo anterior, então você vai ter que lidar com o cão flatulência, juntamente com a obesidade. Se você tem habituado a ele alguns petiscos ou guloseimas entre as refeições, em seguida, tentar manter essas guloseimas como livre saudável e de gordura possível.

Exercer
 

Raças maiores necessitam de mais exercício, em comparação com os mais pequenos, mas se o seu cão está acima do peso, você pode querer dar-lhe mais exercício do que faz normalmente. Tente um esporte cão com seu animal de estimação, se você tem tempo de sobra. Ele lhe dará mais tempo com ele, e dar-lhe uma habilidade acrescentou. Dê-lhe exercitar pelo menos duas vezes por dia, se ele é de uma grande raça. Encoraje-o a ser ativo e empurre a letargia fora de seu corpo.

Exames regulares
 

Às vezes, pode haver causas médicas para o ganho de peso do seu cão, e ele pode não ser necessariamente devido a excessos. Começar seu cão verificada regularmente por um veterinário, digo a cada 6 – 8 meses, vai ajudar o veterinário para manter o controle de sua saúde, e também saber com antecedência se ele está mostrando nenhum sintoma de doenças que podem causar ganho de peso. Exames regulares para os cães são tão importantes como exames regulares para nós.

Estilo de vida
 

Será que o seu cão tem um estilo de vida sedentário? Se for esse o caso, então ele realmente não pode ser responsabilizado pelo aumento do peso. Uma das dicas mais importantes para a prevenção da obesidade cão, é garantir que seu animal de estimação não começou descansar o dia todo, e que ele tem um estilo de vida ativo e saudável. Se você acha que ele está jogando cada vez menos todos os dias, enquanto se come a mesma quantidade de comida, então você pode esperar que ele se acumulam as libras. Não incentivar um estilo de vida sedentário em seu cão. Faça-o correr, as coisas de perseguição, ensinar-lhe truques, e mantê-lo na ponta dos pés.

Perda de peso programas
 

Se você não está satisfeito com o que a redução de suas porções de alimentos, ou aumentando o seu exercício, então você pode obter junto com o veterinário, e combinar os dois para criar um programa de perda de peso bom para o seu cão. Mas lembre-se ter em mente, que é você quem é que vai ter a certeza de que seu cão segue o programa. Você não pode ater-se os tempos de exercício e pedir o seu cão a segui-los, ou até mesmo colocar uma lista de alimentos proibidos e dizer-lhe para não comê-los! Ele vai comer o que você dá, por isso é até você para fazer este trabalho programa de perda de peso.

Um cão feliz e saudável é um prazer estar com, enquanto os cães que estão acima do peso tendem a ficar com preguiça, e baixo. Seu espírito fica enterrado sob as camadas de gordura, e eles não parecem-se mais, não desfrutar das coisas que eles fizeram antes. Está em suas mãos inteiramente para obter o seu cão de volta em forma, de ser tão vivaz como ele era antes.


VEJA O QUADRO DA GORDURA CORPORAL 

 

O Cinótécnico Paulo Rebelo

Medidas preventivas para a obesidade do Canídeo

Se você tem um cão de estimação, em seguida, uma das prioridades mais altas em sua mente deve ser a prevenção da obesidade cão. Obesidade cão provoca letargia, que por sua vez leva a uma maior obesidade. É um círculo vicioso. A seguir estão alguns causas de obesidade em cães:
Superalimentação seu cão na hora das refeições.
Dando muitas guloseimas entre as refeições.
Dando-lhe doces que são insalubres.
Condições médicas subjacentes em seu cão, como hipotireoidismo, desequilíbrio glândula pituitária, e muito mais.

Se medidas preventivas não forem realizados a tempo, então o seu animal de estimação pode ser propenso para o seguinte riscos devido à obesidade:



  1. Letargia e menos resistência
  2. Comprometimento do sistema imunológico
  3. Pressão alta
  4. Aumento da susceptibilidade a doenças do coração e do fígado
  5. Problemas de digestão
  6. Aumento do risco de diabetes, câncer e outras doenças
  7. Fraqueza nas articulações conduzindo a artrite
  8. Infecções respiratórias e problemas excretores

Como posso saber se meu cão está acima do peso?

Um cão é considerado sobrepeso quando ele pesa mais do que o seu peso, padrão saudável, em 20% de seu peso normal. Isso é fácil de verificar quando você tem raças pequenas como animais de estimação. Mas colocar um cachorro na balança não é a coisa mais fácil de fazer, especialmente se você tem um animal de estimação de uma raça maior. Em tais casos, o que você pode fazer é verificar para as seguintes indicações:
Executar as mãos sobre as costas do seu cão e veja se você pode sentir suas costelas. Se não for possível, o seu cão está acima do peso. Se houver uma camada de gordura sobre as costelas, mas você ainda pode senti-los, então ele não está acima do peso.
Há um mergulho na cintura de cães, logo atrás da caixa torácica. Isto é visível a partir do topo. Se você pode ver um recorte / mergulho, em seguida, o seu cão não está acima do peso, mas se você não pode, então, ele é.
Se o seu cão está olhando um pouco gordo, está ficando cansado muito cedo durante o exercício, e se ele se recusar a correr e se movimentar muito, ele pode ser um sinal de que ele está acima do peso.
Além disso, se ele se parece com ele é pesado ao redor em vez de manter uma marcha adequada, então isso é um sinal de que ele está acima do peso.


Se medidas preventivas não forem realizados a tempo, então o seu animal de estimação pode ser propenso para o seguinte riscos devido à obesidade:
 

  1. Letargia e menos resistência
  2. Comprometimento do sistema imunológico
  3. Pressão alta
  4. Aumento da susceptibilidade a doenças do coração e do fígado
  5. Problemas de digestão
  6. Aumento do risco de diabetes, câncer e outras doenças
  7. Fraqueza nas articulações conduzindo a artrite
  8. Infecções respiratórias e problemas excretores. 

 O Cinótécnico Paulo Rebelo

Obesidade em Cães - Os sintomas - Causas e Efeitos

Como em humanos, a obesidade não é bom para os cães. Em caso de caninos, também, a obesidade pode tanto indicar uma condição médica subjacente, como hipotireoidismo ou pode levar a problemas de saúde, como diabetes e doenças cardíacas. Então, se você é proprietário de um cão, você deve prestar atenção aos sinais de obesidade em seu cão, para que você possa tomar medidas imediatas para combater o mesmo.

Os sintomas da obesidade canina

Se você perguntar a alguém sobre os sinais de obesidade em cães, muito provavelmente, você vai estar diante de uma questão balcão, “Pode haver qualquer sinal de obesidade que não seja um gordo, corpo, gordo?” É natural que as pessoas pensam dessa maneira. Mas, cuidado, sinais de obesidade pode não ser perceptível que no início muito. Na maioria dos casos, a obesidade é diagnosticado somente quando o cão é levado ao veterinário, por alguma razão médica. Então, você tem que manter uma vigilância sobre você pet cães para identificar a condição no início. A seguir estão algumas dicas para identificar sinais e sintomas de obesidade de cães.

Como mencionado acima, o sintoma mais comum é o tamanho crescente corpo do animal. Em outras palavras, o ganho de peso anormal do cão.
Vindo para o ganho de peso, a obesidade pode ser definida simplesmente como um peso corporal que é de 30% mais do que o peso corporal ideal. Peso do corpo, tais ideal pode variar com a raça e idade.

Se você deseja detectar obesidade cão no início muito em si, então, você deve conhecer os parâmetros para um cão com peso corporal ideal e acima do peso. Se olhar do lado do cão, o animal (com o peso corporal ideal) deve ter uma dobra abdominal e uma cintura adequada. As costelas pode ser sentida com quase metade cobertura de uma polegada de gordura.
No caso de cães obesos, você pode achar que é difícil sentir as costelas como as camadas de gordura vai ser grossa. Tais cães acima do peso faltará dobra abdominal, bem como cintura adequado. Em cães obesos graves, você pode encontrar um abdômen flacidez, devido a grandes depósitos de gordura. Mesmo a parte de trás do animal será muito maior.
Em cães obesos, pode não ser capaz de sentir os ossos, perto da base da cauda. Isto aplica-se para os ossos da coluna vertebral, ombros e até mesmo os quadris. Certifique-se de levar em consideração a anatomia da raça do cão especial, ao olhar para estes parâmetros.
Para além do acima referido, os cães com excesso de peso vai ser menos ativos e abster-se de exercícios e jogar. Eles também podem evitar subir escadas ou saltar em carros. Eles vão ser preguiçoso e cansado e pode também calça constantemente. 


Obesidade cão – Causas e Efeitos

Assim, como mencionado acima, a obesidade canina pode ser causada por várias razões. Algumas das causas mais comuns de obesidade nos cães são o consumo excessivo de alimentos, especialmente os gordurosos, falta de exercício, e certas condições médicas. Também foi notado que algumas raças de cães são geneticamente predispostas para a obesidade e que incluem Beagles, Pugs, Dachshunds, Bulldog Inglês e cocker spaniels.

Se não for gerida de forma adequada, a obesidade cão pode levar a vários problemas de saúde como diabetes mellitus, osteoartrite, pressão arterial alta, lesões ósseas e ligamentos, problemas respiratórios, doenças cardíacas, certas formas de câncer e doenças do fígado. Então, você deve tomar medidas rápidas para conter a doença e evitar complicações posteriores.

O dito acima é um breve resumo sobre os sinais de obesidade em cães, suas causas e efeitos. O tratamento para esta condição inclui a redução na ingestão de calorias, o aumento do exercício, o tratamento da condição médica subjacente, se houver, e o aumento da ingestão de fibra e água. Você pode evitar que o seu cão de ficar acima do peso, fornecendo-lhe alimentação adequada, que é rica em fibras. Outro fator importante é o exercício regular. Acima de tudo, as avaliações do corpo regulares durante a sua visita ao veterinário também será útil na prevenção da doença.


O Cinótécnico Paulo Rebelo

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